Criar muitas vezes é um ato solitário
escrever, pintar, compor
fotografar, esculpir, ouvir
lapidar ideias
Um ato até egoísta e exigente
que busca pinceladas, vírgulas, ruídos
únicos
em cantos escondidos
nas cicatrizes, nos medos
nas alegrias permitidas
o mostrar sem mostrar
É a presunção de novos olhares
para o que sempre houve
mesmas cores, notas iguais
palavras de sempre
Criar tem um toque de solidão
carente de observadores e colos
ligação silenciosa com tudo em volta
ponte incerta para o lado de fora
escrever, pintar, compor
fotografar, esculpir, ouvir
lapidar ideias
Um ato até egoísta e exigente
que busca pinceladas, vírgulas, ruídos
únicos
em cantos escondidos
nas cicatrizes, nos medos
nas alegrias permitidas
o mostrar sem mostrar
É a presunção de novos olhares
para o que sempre houve
mesmas cores, notas iguais
palavras de sempre
Criar tem um toque de solidão
carente de observadores e colos
ligação silenciosa com tudo em volta
ponte incerta para o lado de fora